Ao deitar
Ao deitar já vivido um dia mais. Recordações veem em mente, aí então recordo-me de quando te
conheci, algo lindo maravilhoso descobrir: Era que sua presença fazia meu
sorriso florir. Daí então não mais
contigo emoção, fui deixando me envolver, hoje só a ti venho querer. Contigo
descobri mil coisas: descobri a felicidade de uma valsa, o arrepio de um beijo,
a ânsia louca de um desejo, a raiva de uma falsa acusação, a oração do Perdão,
aí então tudo floresceu meu amor por ti cresceu, pois, descobri que te amava a
ponto de perdoar de coração, fazendo junto contigo, uma linda oração. Hoje
recordo-me o quanto te amo, e vejo desabrochar em mim a felicidade, de ter
aprendido com você mil coisas que me fizeram crescer. Aprendi a conviver com seu ciúme, usando ele
com arma de compreensão. Com ele pude entender muitas coisas. Aprendi a te amar,
dos teus braços não querer desgarrar. Ao adormecer relembrei-me de uma
separação que não foi feita de coração, mas que me fez muito sofrer, pois não
aceitei viver sem você, hoje novamente acordo, vejo que eu tenho que lutar,
pois não posso viver só de chamego, que você me provoca desejo e que esse fogo
tenho eu que me afastar, para não mais me queimar. Quero-te com te quero. Amo-te muito mais. Porém essa necessidade de
estar do teu lado, trocando caricias, dessa forma tão audaz, me dá uma sensação,
de que o que cometo é pecado e nada mais. Acordo, levanto-me, e renasço para
uma nova vida, para simplesmente te amar.
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