E - Elegante e sincera
L - Linda e amiga
Y - Y não achei o que escrever
R - Raridade é ser você
E - Especial para quem te conhece
G - Grandes coisas Deus fez em sua vida
O - Obrigada a Deus por tudo
Suzana Super Maravilhosa
05-12-22
GOSTO DE ESCREVER. SIMPLESMENTE ESCREVER. PEGAR OS MEUS ESCRITOS DE MUITO TEMPO ATRÁS E COLOCAR AQUI. MEU DIÁRIO, MINHAS POESIAS, MINHAS ABOBRINHAS, MINHAS PAIXÕES, MINHAS ILUSÕES. FUI CRIANÇA, ADOLESCENTE, JOVEM E HOJE SOU UMA SENHORA MAIS SEMPRE MULHER OU SEMPRE MENINA. UMA MENINA QUE ENVELHECE GOSTANDO DE ESCREVER. ESCREVER É O MEU PRAZER.
E - Elegante e sincera
L - Linda e amiga
Y - Y não achei o que escrever
R - Raridade é ser você
E - Especial para quem te conhece
G - Grandes coisas Deus fez em sua vida
O - Obrigada a Deus por tudo
Suzana Super Maravilhosa
05-12-22
Um jovem recém-casado estava sentado num sofá, num dia quente e úmido, bebericando chá gelado, durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca se esqueça de seus amigos! - aconselhou. Serão mais importantes à medida que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos..Não foi a primeira vez que fui machucada
O que sofri coloquei na memória.
Será mais um arquivo na gaveta.
São muitas gavetas.
Até aqui aprendi a guardar os fatos nas gavetas.
Às vezes, um gatilho, aciona uma chave
E muitas gavetas se abrem.
Passa um, dois dias abertos, como uma cicatriz mal curada.
Dói, machuca, mas sei que vai passar.
Assim consegui viver ao longo dos meus anos, meus cinquenta mais.
Sendo machucada, me curando.
Sem permitir que o machucado se desenvolva em feridas na alma.
Que se transformam em doenças físicas.
Aprendi a re-siguinificar, tirar o bem do mal.
Aprendi que uma ferida demora a cicatrizar.
E depois de cicatrizada, tenho que olhá-la como parte da minha história.
Tenho marcas no corpo, marcas na alma.
Mas a cada dia tenho a chance de fechar as gavetas e abrir as cortinas.
Então, abro as cortinas e lembro que a vida é um grande espetáculo.
Um espetáculo com diversos atos.
Com comédia, drama, tragédia, romance.
E vivo cada ato no presente, sem fugir das cenas.
Aprendi a encarar os atos desse espetáculo mágico
Chorar, quando for pra chorar, passar pela crise de ansiedade.
Dançar muito, ri até me engasgar com o riso.
Tudo isso faz parte da vida de um ser humano vivo.
Aprendi a fechar gavetas novas.
Aprendi a fechar gavetas reabertas.
Aprendi a viver a minha história
Aprendi a viver com foco.
Focada em ter saúde física e mental, para assim viver muitos anos.
Sou humana, sou psicossomática, sou energia, sou o universo que me rodeia.
Sou uma pessoa, fechando gavetas e abrindo cortinas.
Suzana Super Maravilhosa
(03-09-2022)
Sim, com a literatura!
Namoro com a literatura muitos anos. Aconteceu que: a Pandemia me afastou de muitos e me (ré)aproximou dela. Responsabilizo os cupidos, Jéssica Santos e Gonzaga Neto que me ajudaram muito nesse reencontrar-me assim tão apaixonada e até ofegante. Resolvemos então ter filhos e em 26 de julho de 2021 nasceu o primeiro: um Zine, Páginas Soltas. Verdade muitos anos namorando e só agora nos casamos com direito a padrinhos e tudo. João Inecco, padrinho presente, atencioso generoso. A literatura faz eu me sentir tão dona de mim, tão livre, tão capaz. Agora que estamos oficialmente casadas, declaro para todos a quem interessar possa: Eu sou Suzana Super Maravilhosa, escritora, casada com a literatura.
Todo dia, um novo recomeço.
Deus me dá a chance de continuar escrevendo a minha história.
Anestesia geral, sensação eminente de morte, estou viva!
Suzana Super Maravilhosa
Suzane - "Você não é todo mundo"
Péricles - "Desça que a comida está pronta"
Lari - "Quando eu morrer, não quero ninguém chorando no meu caixão"
Joselice - "Vou te guardar para um sábado bem gordo"
Meu - "Eu não vou falar de novo"
Shirley (Da madrinha) - "É o que tem pra hoje"
Dani (Kwai) - "Vai tirar o dinheiro da lotérica Dani"
Roberta - "Ai, ai. Não vou falar de novo!"
Percilio - "vou cuspir no chão, viu?"
Poliana - "Me esqueça, seu pai está em casa, vá pedir a ele."
Jedidlia - "Cuidado quando seu pai chegar vou dizer tudo pra ele..."
Ely - " um dia da caça, outro do caçador."
Elisangela (Kwai) - "Vou te ensinar com quantos paus se faz uma canoa"
Janete - "Janete, já pra dentro"
CARURU
36 quiabos
2 cebolas
1 pimentão
1 tomate
2 colheres de coentro picado
2 xícara (chá) de amendoim torrado, sem casca
2 colheres (sopa) de azeite de dendê
1 colher de sopa de açafrão
sal a gosto
MODO DE PREPARAR
Corte os quiabos bem pequenos, reserve.
Bata no liquidificador o amendoim com um copo de água, reserve.
Bata no liquidificador, tomate, cebolas, pimentão coentro com um copo de água, coloque na panela e junte agora com o quiabo. Põe pra cozinhar sempre mexendo. Após dez minutos de cozimento, coloque os demais ingredientes, cozinhe por mais dez minutos, prove o sal. está pronto.
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VATAPÁ
500 ml de leite de coco
5 pães dormido
3 colheres de farinha de trigo
2 cebola
1 pimentão
1 tomate
2 colheres de coentro picado
3 xícara (chá) de amendoim torrado, sem casca
3 colheres (sopa) de azeite de dendê
1 colher de sopa de açafrão
2 colheres de açúcar
sal a gosto
MODO DE FAZER : Bata no liquidificador 2 cebola, 1 pimentão, 1 tomate, 2 colheres de coentro picado, 3 xícara (chá) de amendoim torrado, sem casca e 300 ml de leite de coco, põe no fogo e mexe sempre, cozinha por 20 minutos. Bate o pão, a farinha de trigo com o restante do leite de coco, e coloque na panela que está com os outros ingredientes, mexendo sempre. Misture o azeite com o açafrão e ponha na mistura, coloque 1 colher de açúcar e o sal a gosto, cozinhe por mais alguns minutos.
Praia
Esse dia foi um dia muito especial. Acordei sete horas da manhã para ir para a praia. Poderia estar fazendo um sol bem bonito, mas não estava nublado, arriscamos assim mesmo. Fomos para a praia: eu, meu primo Mário, minha mãe e minha avó. Aí a gente tomou sorvete de chocolate, mesmo chovendo. Eu e meu primo cavamos um buraco na areia da praia, e enterramos nossos pés. Nossos pés ficaram presos, tivemos que cavar para soltar. Depois comemos acarajé, bebemos refri e depois fomos para a água para procurar peixes. O nosso baldinho, a maré levou, uma mulher achou e nos devolveu. Quando fomos para a casa, fomos cheios de areia nos pés. De repente começou a chover forte. Paramos no mercadinho e lá compramos vários biscoitos. Quando a chuva passou, fomos rápido para casa. Começou a chover de novo, fomos na chuva mesmo, e chegamos em casa encharcados. À tarde, dormi muito. Depois que acordei, fui brincar com meu primo e fomos dormir mais de meia-noite. E no outro dia, eu e meu primo ficamos gripados, mas brincamos assim mesmo. Naquele dia, estávamos ainda na pandemia, pois queríamos nos divertir, a gente foi com cuidado, formas de máscara e levamos álcool.
Autoria: MARIA FERNANDA OLIVEIRA MATO GROSSO (11 anos)
Alagoinhas - Bahia, 17 de março de 2022
Terra seca
A terra seca pelo escaldante sol
O frescor das árvores me salva a brisa.
A brisa esfria à noite cheia de muriçocas
A cigarra canta e anuncia junto com Ave Maria: é dezoito horas.
Com o canto do galo levanto e compro leite fresco da carroça.
Suzana Super Maravilhosa
Jaca mole.
Era noite, e todos estavam ali reunidos. Mas devido à pandemia tinham que manter o distanciamento. Era uma pequena reunião em família. Algumas pessoas ficaram na sala e outras, na varanda. Para se proteger, minha avó usava máscara, mas, ela estava ali, participando da alegria em família. Minha Tia Poli estava na varanda com meu tio Diego. Ela, sentada na cadeira de plástico tipo poltrona e ele em pé na janela. De repente, só ouvimos um grande barulho e todos assustados, procuravam saber o que ocorreu. O barulho foi na varanda. A cadeira que minha Tia Poli estava sentada quebrou, e ela se esparramou no chão. Tia Poli caiu parecendo uma jaca mole.
Criação coletiva de: Maria Fernanda (11 anos) e sua vó Suzana Super Maravilhosa
Estou prenha e não vou abortar
Sem pedir licença ele chegou e eu simplesmente me apaixonei mais uma vez!
Tão rapidamente emprenhei. O primeiro encontro foi tão marcante. Não fui forçada a nada. Fui convidada e aceitei. Agora estou na preparação, enquanto segue a gestação e vou preparando o enxoval.
Nome ainda não tem. Nesse processo de gestação até o dia do nascimento darei um nome a ele, a meu Zine, a meu primeiro Zine.
Foi fecundado naquele primeiro encontro, após concepção, é só contemplar seu crescimento: edição, revisão, diagramação, impressão e… distribuição!
Seu crescimento mexe comigo, tenho que mergulhar em memórias, ver as minhas trajetórias, e colocar em você, o que falou comigo um dia ou que fala comigo agora?
Estou feliz! Você vai nasceu e és fruto de um grande amor, e mesmo sendo meu, pertencerá a muitos!